Vocêma jovem canadense de 27 anos deu à luz ao terceiro filho dormindo, o que a deixou “traumatizada”, já que ninguém percebeu que o recém-nascido estava debaixo dos cobertores durante vários minutos.
Carolina Moreno relembrou a experiência em um vídeo publicado no TikTok, revelando que testou positivo para a bactéria Streptococcus do grupo B (SGB), o que a obrigou a tomar antibióticos antes do parto. Como já estava três centímetros dilatada e o colo do útero estava fino, a jovem recebeu os medicamentos quase que imediatamente.
Horas depois, as enfermeiras administraram uma substância usada para estimular o trabalho de parto. Como se sentia “muito desconfortável” e o bebê não estava em uma boa posição, a jovem pediu a epidural, tendo solicitado que lhe dessem uma dose extra outras três vezes. Carolina acabou adormecendo, com o marido, a irmã e a prima a seu lado.
Enquanto dormia, as enfermeiras iam verificando os batimentos cardíacos do bebê que, em determinado momento, não conseguiram detectar.
“O alarme disparou no monitor, o que acontece quando você não detecta os batimentos cardíacos, então minha enfermeira entrou para encontrá-los. Isso já havia acontecido várias vezes; meu bebê era muito ativo e gostava de se mover. Às vezes, eu me ajeitava e deslocava o monitor sem querer, então não ficamos muito preocupados quando ela entrou pela primeira vez, e eu ainda estava bastante adormecida. Mas, à medida que os minutos passavam, comecei a ficar preocupada porque, obviamente, ela não estava encontrando… foi aí que acordei mesmo”, lembrou, em declarações à People.
A jovem explicou que, quanto mais tempo a enfermeira demorava a encontrar o bebê, mais o pânico se instalava.
@carolina.moreno19 Minha epidural foi DEFINITIVAMENTE muito forte, mas ainda bem que tudo deu certo. Também um grande obrigado à enfermeira incrível que tive. Ela era incrível #trabalho #históriadenascimento #momsofttiktok #laboranddelivery #bebê som original – Carolina M |SAHM🩷🩵🩵
“Quando me virei de costas, as mãos dela ainda estavam na minha barriga, e foi então que ela me disse que a minha barriga parecia muito estranha. Naquele momento, não sei por que razão, pensei: ‘O meu bebê está morto’”, disse.
Contudo, quando se ajustou, sentiu alguma coisa entre as pernas. “Juro que pensei que fosse a minha placenta ou que o meu útero tivesse saído… nunca pensei que fosse o meu bebê”, adiantou.
De fato, quando a enfermeira levantou as mantas, o recém-nascido “estava de barriga para baixo, debaixo de todos os cobertores”.
“Está de barriga para baixo. Não está chorando. E eu entro em pânico. Vê um bebê que não está chorando e que provavelmente já está ali há vários minutos debaixo dos cobertores, debaixo de você. (…) Fiquei com muito medo. Pensei que ele não estivesse vivo”, admitiu.
A enfermeira pegou rapidamente o bebê e, mesmo depois de ter começado a chorar, Carolina não conseguiu “assimilar que ele estava bem”. Disse, inclusive, que toda a experiência a deixou “muito traumatizada”.
“Estava gritando. Gritei com o meu marido. Ele pensou que tinha perdido o parto. Simplesmente não percebeu que todos nós tínhamos perdido o parto”, acrescentou.
Apesar de ter sido “um choque enorme encontrá-lo (debaixo dos cobertores)”, a jovem indicou que o filho “estava dormindo, e é um bebê muito tranquilo; ainda hoje basta deitá-lo e ele adormece, não é de chorar”.
“Não tínhamos ideia de que ele já tinha saído, o que, na verdade, foi o que tornou tudo tão assustador no início, já que não conseguiam encontrar os batimentos cardíacos dele, porque já não estava dentro de mim. Pensamos que algo horrível tinha acontecido. (…) Agora que conhecemos a personalidade dele, faz todo o sentido: ele é o bebê mais calmo que existe”, garantiu.
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