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Funcionário de hospital é detido ao ameaçar colegas em Dourados: ‘hoje eu quero matar alguém’

Um funcionário de 24 anos do Hospital da Vida, de Dourados, município a 221 quilômetros de Campo Grande, foi detido nesta terça-feira (12), após ameaçar colegas de trabalho, afirmando que iria matá-los.  Uma equipe da Guarda Municipal foi acionada para atender à ocorrência na unidade hospitalar, após relatos de que o trabalhador teria feito declarações consideradas […]

Um funcionário de 24 anos do Hospital da Vida, de Dourados, município a 221 quilômetros de Campo Grande, foi detido nesta terça-feira (12), após ameaçar colegas de trabalho, afirmando que iria matá-los. 

Uma equipe da Guarda Municipal foi acionada para atender à ocorrência na unidade hospitalar, após relatos de que o trabalhador teria feito declarações consideradas graves contra outros funcionários. Um homem de 47 e uma mulher de 36 relataram à polícia que estavam no setor de rouparia do hospital quando o suspeito entrou no local e afirmou: “Hoje eu não estou bem, hoje eu quero matar uma pessoa”, conforme informações do Dourados News. 

Ainda conforme os depoimentos, o homem de 47 anos deixou o ambiente ao se sentir ameaçado. Já a mulher permaneceu no setor e ouviu uma nova declaração do colega: “Não quero ouvir um pio na rouparia, senão eu vou matar um”.

Por ser responsável pelo setor, a funcionária entendeu que a ameaça poderia ser direcionada a ela. Abalada, deixou o posto de trabalho e comunicou o fato à supervisão e à coordenação administrativa do hospital, que acionaram a Guarda Municipal.

O suspeito foi localizado ainda na ala de rouparia do hospital e apresentou comportamento calmo para a polícia, colaborando com a abordagem, encaminhado até a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário). 

Durante os procedimentos, o funcionário informou que atua há cerca de seis meses como assistente administrativo vinculado à Funsaud e que faz uso diário do medicamento sertralina para tratamento de ansiedade e depressão. Ele declarou lembrar apenas de ter comentado sobre a necessidade de tomar a medicação, afirmando não se recordar de ter pronunciado palavras relacionadas a “morte” ou “matar alguém”.

O suspeito também relatou que já realizou acompanhamento psiquiátrico anteriormente, atualmente interrompido. O caso foi encaminhado à 1.ª Depac de Dourados.

 

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