Brasil - https://total.total40grausnoticias.com.br Fri, 15 May 2026 19:07:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://total.total40grausnoticias.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cropped-40-GRAUS-32x32.png Brasil - https://total.total40grausnoticias.com.br 32 32 Anvisa mantém suspensão de fabricação e recolhimento de produtos Ypê https://total.total40grausnoticias.com.br/anvisa-mantem-suspensao-de-fabricacao-e-recolhimento-de-produtos-ype/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=anvisa-mantem-suspensao-de-fabricacao-e-recolhimento-de-produtos-ype https://total.total40grausnoticias.com.br/anvisa-mantem-suspensao-de-fabricacao-e-recolhimento-de-produtos-ype/#respond Fri, 15 May 2026 14:47:00 +0000 https://total.total40grausnoticias.com.br/anvisa-mantem-suspensao-de-fabricacao-e-recolhimento-de-produtos-ype/ UM Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu manter a suspensão da fabricação e o recolhimento de lotes de produtos da marca Ypê, com final 1. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (15), em Reunião Extraordinária Pública da Diretoria Colegiada. A fabricação e a comercialização de produtos da marca haviam sido suspensas pela Anvisa por […]

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UM Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu manter a suspensão da fabricação e o recolhimento de lotes de produtos da marca Ypê, com final 1.

A decisão foi tomada nesta sexta-feira (15), em Reunião Extraordinária Pública da Diretoria Colegiada.

A fabricação e a comercialização de produtos da marca haviam sido suspensas pela Anvisa por “descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”, como informou a agência.

Como a empresa recorreu, a decisão da Anvisa foi suspensa. Com a suspensão, a empresa poderia, inclusive, voltar a comercializar os lotes contaminados dos produtos, o que não ocorreu.

Segundo a Anvisa, a suspensão de decisões como essa ocorre automaticamente, sempre que uma empresa recorre.

Reunião extraordináriaNesta sexta, com a votação da Anvisa, a Resolução 1834 volta a valer. Assim, produtos da Ypê com lotes que terminam em 1, elencados na resolução voltam a ter venda e uso proibidos.

A Anvisa ainda precisará votar o mérito do recurso da empresa, com análise dos argumentos.

Entenda o caso

No último dia 7, a Anvisa suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de lotes de produtos da marca Ypê com numeração final 1. A lista inclui detergente, sabão líquido para roupas e desinfetantes.

Um dos principais problemas é a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que é resistente a antibióticos e pode causar uma série de problemas em pessoas imunocomprometidas, desde infecção urinária até infecção respiratória em pessoas que têm problemas de pulmão crônicos, como enfisema, ou em pessoas submetidas a tratamento com cateter na veia.

Confira a lista de produtos contaminados com lotes que terminam em 1:

  • Lava Louças Ypê Clear Care
  • Lava Louças com enzimas ativas Ypê
  • Lava Louças Ypê
  • Lava Louças Ypê Clear Care
  • Lava Louças Ypê Toque Suave
  • Lava Louças concentrado Ypê Green
  • Lava Louças Ypê Clear
  • Lava Louças Ypê Green
  • Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green
  • Lava Roupas Líquido Ypê Express
  • Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT
  • Lava Roupas Líquido Ypê Premium
  • Lava Roupas Tixan Maciez
  • Lava Roupas Tixan Primavera Desinfetante Bak Ypê
  • Desinfetante de uso geral Atol
  • Desinfetante Perfumado Atol
  • Desinfetante Pinho Ypê
  • Lava roupas Tixan Power ACT

Leia Também: Ypê começa a reembolsar clientes que compraram lotes afetados

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Ypê começa a reembolsar clientes que compraram lotes afetados https://total.total40grausnoticias.com.br/ype-comeca-a-reembolsar-clientes-que-compraram-lotes-afetados/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ype-comeca-a-reembolsar-clientes-que-compraram-lotes-afetados https://total.total40grausnoticias.com.br/ype-comeca-a-reembolsar-clientes-que-compraram-lotes-afetados/#respond Fri, 15 May 2026 12:30:00 +0000 https://total.total40grausnoticias.com.br/ype-comeca-a-reembolsar-clientes-que-compraram-lotes-afetados/ Para solicitar o reembolso, foi necessário preencher o formulário do site www.ype.ind.br/comunicado-consumidores com nome completo, CPF, telefone, email, chave Pix, endereço e dados do produto. Fotos da nota fiscal e do lote contaminado são opcionais. Na sequência, o cliente receberá um email para confirmar a chave Pix que receberá o pagamento e o tipo de […]

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Para solicitar o reembolso, foi necessário preencher o formulário do site www.ype.ind.br/comunicado-consumidores com nome completo, CPF, telefone, email, chave Pix, endereço e dados do produto. Fotos da nota fiscal e do lote contaminado são opcionais.

Na sequência, o cliente receberá um email para confirmar a chave Pix que receberá o pagamento e o tipo de produto. No teste da Folha, a restituição veio um dia útil após o email de confirmação, em nome da fabricante Química Amparo, dona da marca, via Pix.

Procurada, a Ypê não comenta se todos os consumidores conseguirão reembolso, nem se a empresa fará o recolhimento dos lotes nas casas. A orientação da Anvisa e de especialistas em saúde é não jogar fora os produtos, sob risco de contaminação.

A agência suspendeu, na última quinta-feira (7), a fabricação e venda de detergentes, lava roupas e desinfetantes líquidos com lotes de numeração final 1 da marca. A Química Amparo, porém, entrou com recurso administrativo e conseguiu reverter a proibição temporariamente.

A Anvisa terá uma reunião nesta sexta (15) para definir se vai manter o efeito suspensivo do recurso, que entrou em vigor automaticamente, ou se proibirá de novo os lotes afetados. Até lá, consumidores têm pouca base jurídica para exigir troca ou reembolso dos produtos, segundo especialistas.

A Ypê disponibilizou um SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para tirar dúvidas e encaminhar clientes para o formulário. Os telefones são 0800-002-6071 (atendimento 24h), 0800-278-0024 (de segunda a domingo, das 9h às 18h), ou 0800-130-0544 (de segunda a sexta, das 9h às 17h).

Nos testes da reportagem, foi difícil conseguir completar a ligação, já que a linha estava lotada. A empresa diz que está com alta demanda e que triplicou sua capacidade de atendimento nos últimos dias.

QUAIS PRODUTOS FORAM AFETADOS?

De acordo com a Anvisa, os lotes que terminam com o número 1 dos produtos abaixo causam risco aos consumidores:
– Lava-louças Ypê Clear Care
– Lava-louças com enzimas ativas Ypê
– Lava-louças Ypê
– Lava-louças Ypê Toque Suave
– Lava-louças Concentrado Ypê Green
– Lava-louças Ypê Clear
– Lava-louças Ypê Green
– Lava-roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
– Lava-roupas líquido
– Tixan Ypê Cuida das Roupas
– Lava-roupas líquido Tixan Ypê Antibac
– Lava-roupas líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
– Lava-roupas líquido Tixan Ypê Green
– Lava-roupas líquido Ypê Express
– Lava-roupas líquido Ypê Power Act
– Lava-roupas líquido Ypê Premium
– Lava-roupas Tixan Maciez
– Lava-roupas Tixan Primavera
– Desinfetante Bak Ypê
– Desinfetante de uso geral Atol
– Desinfetante perfumado Atol
– Desinfetante Pinho Ypê
– Lava-roupas Tixan Power Act

COMO SABER SE MEU PRODUTO ESTÁ NA LISTA?

O consumidor deve verificar o número do lote na embalagem. Se o código terminar em 1, o item entra na determinação da Anvisa e o produto não deve ser utilizado. O número do lote costuma estar carimbado com a letra L (referente a lote).

QUAL FOI O MOTIVO DA DECISÃO DA ANVISA?

Segundo a agência, inspeções identificaram descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, incluindo falhas na garantia da qualidade, produção e controle de qualidade. A Anvisa afirma que isso pode gerar risco de contaminação microbiológica dos produtos, podendo causar doenças ou irritações.

O CONSUMIDOR DEVE PARAR DE USAR OS PRODUTOS?

A recomendação da Anvisa é suspender imediatamente o uso dos lotes atingidos e procurar o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para orientações sobre devolução e recolhimento.

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PF apreende 48 toneladas de açúcar suspeito de adulteração no PR https://total.total40grausnoticias.com.br/pf-apreende-48-toneladas-de-acucar-suspeito-de-adulteracao-no-pr/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=pf-apreende-48-toneladas-de-acucar-suspeito-de-adulteracao-no-pr https://total.total40grausnoticias.com.br/pf-apreende-48-toneladas-de-acucar-suspeito-de-adulteracao-no-pr/#respond Fri, 15 May 2026 06:10:00 +0000 https://total.total40grausnoticias.com.br/pf-apreende-48-toneladas-de-acucar-suspeito-de-adulteracao-no-pr/ Ó Ministério da Agricultura e Pecuária e a Polícia Federal apreenderam nesta quinta-feira cerca de 48 toneladas de açúcar com suspeita de adulteração no Porto de Paranaguá, no Paraná. Segundo o governo federal, a carga de açúcar VHP destinada à exportação apresentava indícios de contaminação por materiais insolúveis acima do limite permitido pela legislação brasileira. […]

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Ó Ministério da Agricultura e Pecuária e a Polícia Federal apreenderam nesta quinta-feira cerca de 48 toneladas de açúcar com suspeita de adulteração no Porto de Paranaguá, no Paraná.

Segundo o governo federal, a carga de açúcar VHP destinada à exportação apresentava indícios de contaminação por materiais insolúveis acima do limite permitido pela legislação brasileira.

O açúcar VHP, sigla para “Very High Polarization”, é um tipo de açúcar bruto com alto teor de sacarose e amplamente utilizado nas exportações brasileiras.

Durante análises preliminares feitas pela fiscalização, técnicos identificaram a presença de materiais semelhantes à areia em quantidade considerada acima do permitido.

“Como não há rastreabilidade sobre o material misturado ao açúcar, o produto foi considerado um risco à defesa agropecuária”, informou o Ministério da Agricultura em nota.

A apreensão ocorreu antes de a carga chegar efetivamente ao terminal de exportação. Por isso, segundo o governo, ainda não era possível identificar qual seria o destino final do produto.

“A apreensão foi realizada em um ponto anterior ao terminal de exportação, durante o controle de qualidade para acesso ao estoque destinado à exportação”, explicou o ministério.

O governo afirmou ainda que os estoques de açúcar destinados à exportação são armazenados em grandes volumes e embarcados de acordo com a disponibilidade dos navios no porto.

“A carga a granel comporia um lote de exportação e, por isso, não é possível informar exatamente para qual destino seria embarcada”, informou a pasta.

Caso a contaminação seja confirmada, a carga poderá ser desclassificada e considerada imprópria para consumo. A investigação também pode resultar em sanções administrativas e consequências criminais.

A empresa responsável pela carga não teve o nome divulgado. Segundo o governo, ela foi autuada e poderá até ter o produto destruído, conforme previsto na legislação ambiental.

O Ministério da Agricultura destacou que operações de fiscalização são importantes para preservar a confiança internacional nos produtos brasileiros.

“Operações de fiscalização são fundamentais para garantir a integridade das cargas exportadas, preservar a confiança dos mercados internacionais nos produtos agropecuários brasileiros e proteger a credibilidade do sistema de fiscalização nacional”, afirmou o órgão.

O Brasil é atualmente o maior produtor e exportador de açúcar do mundo, responsável por cerca de 25% da produção global e aproximadamente metade das exportações internacionais do produto.

Em 2025, o país exportou 33,8 milhões de toneladas de açúcar, gerando US$ 14,1 bilhões em receitas.

Nos quatro primeiros meses deste ano, as exportações brasileiras de açúcar e melaço já somaram 7,2 milhões de toneladas, com faturamento de US$ 2,7 bilhões.

Entre os principais destinos do açúcar brasileiro estão Argélia, Arábia Saudita e Iraque. O mercado europeu representa menos de 2% das exportações totais do setor.

Média por semana chega a 45h, enquanto a dos empregados é quase 40h. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Agência Brasil | 22:36 – 14/05/2026

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Unilever, dona do Omo, denunciou à Anvisa presença de bactéria em produtos Ypê https://total.total40grausnoticias.com.br/unilever-dona-do-omo-denunciou-a-anvisa-presenca-de-bacteria-em-produtos-ype/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=unilever-dona-do-omo-denunciou-a-anvisa-presenca-de-bacteria-em-produtos-ype https://total.total40grausnoticias.com.br/unilever-dona-do-omo-denunciou-a-anvisa-presenca-de-bacteria-em-produtos-ype/#respond Thu, 14 May 2026 09:15:00 +0000 https://total.total40grausnoticias.com.br/unilever-dona-do-omo-denunciou-a-anvisa-presenca-de-bacteria-em-produtos-ype/ Os textos das queixas, aos quais a Folha de S.Paulo teve acesso, apontaram a contaminação microbiológica do lava-roupas Tixan Ypê e de detergentes Ypê. Os resultados foram contestados pela empresa brasileira. A Senacon e a agência sanitária não comentaram o assunto. Após as denúncias, a Anvisa visitou por duas vezes a fábrica da Ypê em […]

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Os textos das queixas, aos quais a Folha de S.Paulo teve acesso, apontaram a contaminação microbiológica do lava-roupas Tixan Ypê e de detergentes Ypê. Os resultados foram contestados pela empresa brasileira. A Senacon e a agência sanitária não comentaram o assunto.

Após as denúncias, a Anvisa visitou por duas vezes a fábrica da Ypê em Amparo, a 130 km de São Paulo, e acabou determinando neste mês a interrupção da produção e venda dos produtos líquidos feitos no complexo industrial -detergente, lava-roupas e desinfetante.

As acusações afirmam que testes feitos pela Unilever nos produtos da concorrente detectaram a presença de uma bactéria identificada como Pseudomonas aeruginosa, “em evidente falha das boas práticas de fabricação”, segundo o documento, que cita também “iminente risco à saúde e segurança dos consumidores”.

Procurada pela reportagem, a Unilever afirmou que costuma realizar testes técnicos em seus produtos e às vezes nos da concorrência, uma prática comum entre as indústrias do setor.

“A depender dos resultados desses testes, em respeito ao consumidor, as autoridades competentes são notificadas. Quaisquer investigações são conduzidas exclusivamente pela autoridade, que avalia as diligências, fiscalizações e testes que entender necessários para a tomada de decisão”, disse.

Já a Química Amparo não quis comentar o caso. Em entrevista à Folha nesta terça (12), o diretor executivo de operações da companhia, Eduardo Beira, afirmou que a empresa faz melhorias no processo produtivo em um plano de ação apresentado à Anvisa.

De acordo com o texto da primeira denúncia, assinado pelo escritório Magalhães e Dias Advocacia, a Unilever contratou o laboratório americano Charles River para a “perfeita identificação da bactéria que contaminou o produto” e seus riscos.

“A Pseudomonas aeruginosa pode se propagar através do contato direto com a pele, lesões, mucosas ou mesmo por meio de objetos contaminados, podendo causar infecções em diversas partes do corpo, como a pele, o trato urinário, olhos e ouvido (otite), sendo que o seu tratamento não é simples devido à conhecida resistência aos antibióticos”, afirma a denúncia.

No documento, a Unilever sustenta que a Ypê já sabia do problema e começou a recolher os itens por conta própria nos supermercados, o que teria levado a multinacional a investigar a situação.

“A Unilever observa que a Química Amparo, mesmo promovendo recolhimento silencioso dos seus produtos, o que indica ter conhecimento do desvio no padrão microbiológico, segue veiculando forte publicidade justamente do Tixan Ypê Express contaminado, levando o consumidor a adquiri-lo em condições inseguras de uso e manuseio”, disse.

Na segunda denúncia, feita em março, a Unilever afirma ter submetido novas amostras de outros produtos da Química Amparo ao laboratório Eurofins, que teria constatado ao menos outros 14 lotes contaminados pela bactéria, sendo um desses o do detergente Ypê.

No Brasil, a multinacional não compete na categoria de detergentes. Seus principais produtos de limpeza doméstica são sabão em pó, sabão líquido, amaciante e limpador.

“Em 7 desses 14 lotes foram identificados também traços de materiais genéticos de outros gêneros de bactérias, tais como Bacillus subtilis, Klebsiella pneumoniae, Acinetobacter baumannii, Ectopseudomonas mendocina, Ectopseudomonas oleovorans, Ectopseudomonas toyotomiensis, Pseudomonas putida, Pseudomonas sediminis, Pseudomonas sihuiensis, Pseudomonas wenzhouensis e Strutzerimonas stutzeri -muitos dos quais também são patógenos e, portanto, danosos à saúde humana”, diz o texto da segunda denúncia.

A Unilever solicita que a Anvisa seja notificada “para posicionamento urgente em relação à constatação de novos desvios microbiológicos em outros produtos”, que a Química Amparo realize um recall imediato e seja apurada a sua “conduta negligente e reticente em não investigar todos os lotes potencialmente afetados pelo desvio microbiológico”.

LIMITE PARA BACTÉRIAS EM PRODUTOS DE LIMPEZA

Ainda em outubro, em resposta à Senacon, a Química Amparo afirmou ter recebido a denúncia de sua principal concorrente com surpresa e indignação. A empresa afirmou que não existe qualquer regulamentação da Anvisa que estabeleça limites para a presença daquele microrganismo em produtos saneantes.

“A RDC 907/2024, publicada pela Anvisa e citada na denúncia, proíbe a presença dessa bactéria em cosméticos, mas não em saneantes”, diz o texto, assinado pelo escritório Barbosa Mussnich Aragão. “Trata-se de uma diferenciação óbvia, uma vez que produtos cosméticos tendem a ser aplicados diretamente na pele, onde permanecem, muitas vezes, por diversas horas em contato direto”.

Além disso, a Química Amparo defende que “os testes e pretensos estudos realizados ou encomendados unilateralmente pela Unilever não têm a necessária isenção para subsidiar medidas tão gravosas” e que a própria fabricante do Ypê contratou “profissionais independentes, altamente qualificados, para analisar os produtos, inclusive pelo seu perfil microbiológico”.

A fabricante de Amparo afirma ainda que a “periculosidade alegada da bactéria não necessariamente representa a periculosidade do produto”, uma vez que se trata de “um microrganismo amplamente presente no meio ambiente, até mesmo no solo e na água potável”.

A companhia refuta a sugestão de que teria promovido a retirada de produtos do mercado, afirmando, inclusive, que vem ganhando participação sobre a Unilever, e indica que o interesse da múlti com as denúncias é puramente comercial.

Segundo a Química Amparo, os lotes da primeira denúncia foram produzidos entre abril e setembro de 2025, enquanto os da segunda denúncia foram fabricados entre julho e novembro de 2025.

“Considerando o tempo médio de cerca de três meses para o consumo dos produtos da Ypê, é intrigante como a Unilever teria conseguido adquirir no mercado, quase um ano mais tarde, produtos fabricados em julho de 2025, com o objetivo de testá-los de tempos em tempos e fundamentar denúncias”, diz a Química Amparo.

A fabricante brasileira destaca que testes que ela própria conduziu no lava-roupas líquido em janeiro e fevereiro deste ano não apontaram a presença da bactéria.

No último dia 27, em documento enviado à Senacon e Anvisa, a fabricante brasileira afirmou que submeteu amostras de detergentes a testes conduzidos pelo laboratório Atena e que os laudos demonstram que não há microorganismos patogênicos no produto.

Segundo a Química Amparo, o propósito da Unilever é “incutir no mercado a dúvida a respeito dos produtos Ypê”, uma marca que seria incômoda para a multinacional, por ter se tornado “líder no mercado de lava-roupas”, diz.

UNILEVER FEZ RECALL SEM EXTERIOR

A Unilever já enfrentou problema semelhante ao da Ypê no exterior. Em dezembro de 2022, a marca The Laundress, comprada em 2019, fez um recall voluntário de 8 milhões de unidades de produtos como detergentes para roupas e amaciantes nos Estados Unidos e no Canadá. O motivo era a presença de bactérias que poderiam afetar pessoas com sistema imunológico enfraquecido e outros problemas de saúde.

Em abril de 2023, a The Laundress anunciou um novo recall de seus amaciantes de roupa nesses países devido à presença de óxido de etileno, substância que pode causar câncer. Foram recolhidas 800 mil unidades. A marca ofereceu aos clientes a opção de reembolso.

A Unilever relatou uma perda de € 89 milhões (cerca de R$ 512 milhões) em seu relatório anual de 2022 devido ao recall.

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Servidor trabalha para redes sociais da mulher de Nunes, pré-candidata a deputada em SP https://total.total40grausnoticias.com.br/servidor-trabalha-para-redes-sociais-da-mulher-de-nunes-pre-candidata-a-deputada-em-sp/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=servidor-trabalha-para-redes-sociais-da-mulher-de-nunes-pre-candidata-a-deputada-em-sp https://total.total40grausnoticias.com.br/servidor-trabalha-para-redes-sociais-da-mulher-de-nunes-pre-candidata-a-deputada-em-sp/#respond Thu, 14 May 2026 07:00:00 +0000 https://total.total40grausnoticias.com.br/servidor-trabalha-para-redes-sociais-da-mulher-de-nunes-pre-candidata-a-deputada-em-sp/ Breno de Souza Santos, nomeado em julho de 2025 como assessor na Secretaria Municipal de Direitos Humanos, atua como “videomaker” para a mulher de Ricardo Nunes (MDB), gravando vídeos para publicação nas redes sociais. Até esta semana, ele recebia R$ 5.637 mensais da gestão municipal, para uma jornada de 40 horas semanais. A Folha acompanhou […]

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Breno de Souza Santos, nomeado em julho de 2025 como assessor na Secretaria Municipal de Direitos Humanos, atua como “videomaker” para a mulher de Ricardo Nunes (MDB), gravando vídeos para publicação nas redes sociais. Até esta semana, ele recebia R$ 5.637 mensais da gestão municipal, para uma jornada de 40 horas semanais.

A Folha acompanhou durante uma semana os stories de Breno, um tipo de publicação no Instagram que some depois de 24 horas. Ele costumava compartilhar seu cotidiano no trabalho, acompanhando Regina em agendas em diversos horários do dia.

A reportagem procurou a assessoria de comunicação da prefeitura para comentar o caso na terça-feira (12). Na quarta (13), a exoneração de Breno foi publicada no Diário Oficial do município.

Em nota, a prefeitura afirmou que o servidor “exerceu as atividades de sua atribuição, atuando em trabalhos externos e internos de edição de vídeos, publicações em redes sociais e demais atividades do setor de comunicação da pasta”.

A prefeitura negou que o servidor tenha prestado serviços para a primeira-dama enquanto esteve lotado na secretaria. A gestão municipal encaminhou documento de um processo interno que indica que Breno pediu exoneração no último dia 7 -a exoneração, porém, só passaria a ter efeito a partir de segunda-feira (11), conforme o ofício.

Os registros obtidos pela reportagem nas redes sociais do servidor e de Regina mostram que ele trabalhou para a pré-campanha todos os dias da semana passada, quando ainda constava como funcionário da secretaria, de acordo com os documentos encaminhados pela própria prefeitura.

Também há ao menos três vídeos nas redes da primeira-dama e de aliados nos quais Breno aparece trabalhando em seu entorno nos últimos meses.

Numa gravação publicada por uma funcionária da prefeitura no dia 4 de abril, o servidor aparece filmando Regina durante um evento de distribuição de ovos de Páscoa. Em uma transmissão ao vivo da mesma funcionária, há quatro semanas, Breno também está ao redor da primeira-dama, gravando seus passos. Ele acompanhou Regina ainda em uma comemoração da torcida Gaviões da Fiel, no dia 10 de fevereiro.

No último dia 4, Breno participou de uma reunião com integrantes da equipe da primeira-dama. No dia seguinte, gravou conteúdo com Regina em um abrigo de animais em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo. A defesa dos animais tem sido o mote da pré-campanha da mulher de Nunes, uma das principais apostas do MDB para o Legislativo estadual.

No dia 6, o servidor produziu conteúdo para a primeira-dama no lançamento de uma coleção na Casa Hebe. No dia seguinte, participou de gravação com Regina em Itaquera, em visita a obras do programa municipal habitacional Pode Entrar.

Por fim, no dia 8, Breno acompanhou Regina na Câmara Municipal de São Paulo, em evento de comemoração dos 12 anos do programa Guardiã Maria da Penha.

Nesta quarta-feira, a Folha questionou a prefeitura novamente sobre a existência de registros que mostram a atuação de Breno para a pré-campanha de Regina na última semana.

Em nota, a gestão municipal reiterou que Breno exerceu as atividades de sua atribuição até sua exoneração, “não havendo nada que comprove qualquer desvio de função”. “A Folha de S. Paulo recorre, mais uma vez, a uma perseguição sistemática para comprovar uma tese própria, sem fundamento.”

A advogada Ana Fuliaro, doutora pela USP e especialista em direito eleitoral, diz que esse é um caso de conduta explicitamente proibida pela lei eleitoral. O emprego de servidores em campanha é vedado pela Lei das Eleições, conforme descrito no artigo 73, no rol das “condutas vedadas aos agentes públicos em campanhas eleitorais”.

Segundo Fuliaro, a depender das provas, podem responder pela conduta o próprio servidor, a pré-candidata, que se beneficiou com o trabalho, e a chefia da secretaria.

Em caso de comprovação e condenação, a pena seria a cassação do registro da candidatura ou do mandato -se o julgamento ocorrer após a eleição. A Justiça Eleitoral também poderia determinar uma multa e a devolução dos valores recebidos pelo servidor.

O desvio de função também pode motivar processo no âmbito administrativo, a partir da instauração de uma sindicância, para avaliar eventual ato de improbidade.

Na semana passada, segundo a secretaria, Breno atendeu a secretária-adjunta de Direitos Humanos em eventos como a exposição Jogos Indígenas, na Biblioteca Mário de Andrade, a Feira das Nações e a entrevista coletiva da Virada Cultural, no Theatro Municipal.

Segundo o site da prefeitura, a coletiva começou às 10h de sexta-feira (8), simultaneamente ao evento na Câmara Municipal onde estiveram Regina e Breno, conforme registros obtidos pela Folha.

Duas pessoas que têm ou já tiveram relação com a gestão Nunes ou seus funcionários disseram à reportagem, sob reserva, que a atuação de Breno como “videomaker” de Regina é de amplo conhecimento e que ele passou a trabalhar para a primeira-dama no segundo semestre de 2025.

Também há uma foto dos dois juntos na festa de Ano-Novo organizada pela prefeitura na avenida Paulista.

A reportagem tentou enviar uma mensagem para Breno no Instagram, mas ele tornou a conta privada depois que a prefeitura foi questionada pela Folha sobre o episódio.

Conversas divulgadas pelo Intercept Brasil mostram trocas de mensagens entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro sobre encontros, gravações e pedidos de ajuda ligados a um filme sobre Jair Bolsonaro ao longo de 2025

| 06:30 – 14/05/2026

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Aluno terá que pagar R$ 720 mil por ocupação indevida de cota racial https://total.total40grausnoticias.com.br/aluno-tera-que-pagar-r-720-mil-por-ocupacao-indevida-de-cota-racial/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=aluno-tera-que-pagar-r-720-mil-por-ocupacao-indevida-de-cota-racial https://total.total40grausnoticias.com.br/aluno-tera-que-pagar-r-720-mil-por-ocupacao-indevida-de-cota-racial/#respond Wed, 13 May 2026 20:48:00 +0000 https://total.total40grausnoticias.com.br/aluno-tera-que-pagar-r-720-mil-por-ocupacao-indevida-de-cota-racial/ Ó Ministério Público Federal (MPF) celebrou, nesta semana, o terceiro Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com estudantes da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) para reparar a ocupação indevida de vagas destinadas a cotas raciais. O acordo foi assinado nessa terça-feira (12) entre o MPF, a Unirio e um estudante do […]

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Ó Ministério Público Federal (MPF) celebrou, nesta semana, o terceiro Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com estudantes da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) para reparar a ocupação indevida de vagas destinadas a cotas raciais.

O acordo foi assinado nessa terça-feira (12) entre o MPF, a Unirio e um estudante do curso de medicina que ingressou na instituição em 2016 por meio de vaga reservada a candidatos pretos, pardos ou indígenas, sem preencher os requisitos previstos no edital.

De acordo com o MPF, pelo TAC, o estudante deverá pagar R$ 720 mil, divididos em 100 parcelas mensais de R$ 7,2 mil, além de participar de curso de letramento racial com carga horária teórica e prática oferecido pela própria universidade.

Esses recursos serão integralmente revertidos ao custeio de bolsas destinadas a estudantes negros do curso de medicina da Unirio e à manutenção de programas educativos voltados às relações étnico-raciais e ao combate ao racismo estrutural.

O MPF ressalta que a assinatura do novo TAC faz parte de uma atuação sistêmica desenvolvida pelo órgão para corrigir distorções históricas relacionadas à política de cotas na Unirio.

Com o novo compromisso, o valor total já assegurado em acordos firmados pelo órgão ultrapassa R$ 2 milhões.

Acordos anteriores

Em dezembro de 2025, o MPF celebrou o primeiro acordo de reparação com uma estudante de medicina que havia ocupado indevidamente uma vaga reservada para pessoas negras, pardas ou indígenas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2018.

O TAC também estabeleceu o pagamento de R$ 720 mil e a participação obrigatória em curso de letramento racial, com destinação dos recursos para bolsas de estudantes cotistas.

O segundo foi assinado em abril de 2026, firmado entre o MPF e outro estudante do mesmo curso, prevendo a reparação financeira de R$ 720 mil e as mesmas medidas educativas.

Compensação

O MPF apurou também que há um déficit histórico de pessoas negras no corpo docente da instituição. Segundo o órgão, para viabilizar a compensação histórica, a Unirio passou a reservar 35% das vagas dos próximos certames para candidatos negros até que o passivo seja integralmente reparado.

A universidade também se comprometeu a adotar concursos unificados e novos critérios de distribuição das vagas, com o objetivo de impedir o fracionamento de editais que, na prática, inviabilizava a aplicação das ações afirmativas.

Leia Também: Anvisa adia análise de recurso da Ypê contra suspensão de produtos

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Anvisa adia análise de recurso da Ypê contra suspensão de produtos https://total.total40grausnoticias.com.br/anvisa-adia-analise-de-recurso-da-ype-contra-suspensao-de-produtos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=anvisa-adia-analise-de-recurso-da-ype-contra-suspensao-de-produtos https://total.total40grausnoticias.com.br/anvisa-adia-analise-de-recurso-da-ype-contra-suspensao-de-produtos/#respond Wed, 13 May 2026 19:48:00 +0000 https://total.total40grausnoticias.com.br/anvisa-adia-analise-de-recurso-da-ype-contra-suspensao-de-produtos/ UM diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou nesta quarta-feira (13) a análise do recurso apresentado pela Química Amparo, responsável pela marca Ypê, contra a suspensão da fabricação, venda e uso de produtos da marca. Na abertura da 8º Reunião Ordinária, o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, anunciou a retirada do recurso da […]

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UM diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou nesta quarta-feira (13) a análise do recurso apresentado pela Química Amparo, responsável pela marca Ypê, contra a suspensão da fabricação, venda e uso de produtos da marca.

Na abertura da 8º Reunião Ordinária, o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, anunciou a retirada do recurso da pauta de votação. O item voltará a ser analisado pela diretoria na próxima sexta-feira (15).

Safatle afirmou que a Anvisa e a empresa têm realizado reuniões técnicas para “mitigação dos riscos sanitários”. A previsão, segundo o presidente, é que a empresa apresente nesta quinta-feira (14) medidas para correção das irregularidades encontradas na fábrica.  De acordo com Safatle, em fiscalização realizada em abril deste ano, as equipes da Anvisa, em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e a Vigilância Municipal de Amparo, encontraram 76 irregularidades na unidade, como a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em mais de 10 lotes.

O presidente da agência reguladora manteve o alerta para que os consumidores não utilizem os lotes terminados em 1, por causa de contaminação.

“Reiteramos a recomendação de não utilização dos produtos listados na Resolução 1.834/2026 e de buscar o serviço de atendimento da empresa”, disse.

Em nota, a Ypê informou que está em colaboração com a Anvisa “na busca por uma solução definitiva para a situação envolvendo a suspensão da venda, comercialização e uso dos seus lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes com lotes de fabricação final 1, conforme dispõe a RE 1.834/2026”.

Representantes da empresa se reuniram ontem com diretores da agência “e apresentaram uma atualização do plano de ação com a evolução do seu processo fabril, reafirmando sua observância integral às recomendações pontuadas pela Anvisa”.

“A empresa está apresentando informações detalhadas e laudos técnicos de microbiologia com verificações realizadas nos processos, bem como a análise de risco para o consumidor”, disse a empresa, acrescentando que solicitou a manutenção da suspensão até que todas as medidas estejam concluídas.

Sobre a reunião, a Anvisa informou, também em um comunicado divulgado ontem, que a fábrica de Amparo intensificou “o trabalho para atender a 239 ações corretivas elencadas pela Ypê, com o objetivo de cumprir as exigências da vigilância sanitária. As medidas consideram também inspeções realizadas em 2024 e 2025”.

Participaram da reunião o diretor-presidente, Leandro Safatle; o diretor Daniel Pereira, responsável pela supervisão da fiscalização; o presidente da Ypê, Waldir Beira Júnior, e COO da empresa, Jorge Eduardo Beira.

Entenda o caso

No último dia 7, a Anvisa suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de lotes de produtos da marca Ypê com numeração final 1. A lista inclui detergente, sabão líquido para roupas e desinfetantes.

A agência informou ter verificado “descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”.

Um dos principais problemas é a  presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que é resistente a antibióticos e pode causar uma série de problemas em pessoas imunocomprometidas, desde infecção urinária a infecção respiratória em pessoas que têm problemas de pulmão crônicos, como enfisema, ou em pessoas submetidas a tratamento com cateter na veia.

A empresa recorreu da decisão e a fabricação e comercialização dos produtos passaram a ficar liberados. No entanto, a Ypê não retomou a produção ainda.

Veja os produtos com os lotes que terminam com o número 1:

  • Lava Louças Ypê Clear Care
  • Lava Louças com enzimas ativas Ypê
  • Lava Louças Ypê
  • Lava Louças Ypê Clear Care
  • Lava Louças Ypê Toque Suave
  • Lava Louças concentrado Ypê Green
  • Lava Louças Ypê Clear
  • Lava Louças Ypê Green
  • Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green
  • Lava Roupas Líquido Ypê Express
  • Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT
  • Lava Roupas Líquido Ypê Premium
  • Lava Roupas Tixan Maciez
  • Lava Roupas Tixan Primavera
  • Desinfetante Bak Ypê
  • Desinfetante de uso geral Atol
  • Desinfetante Perfumado Atol
  • Desinfetante Pinho Ypê
  • Lava roupas Tixan Power ACT

Leia Também: Anvisa recomenda não jogar fora os detergentes da Ypê

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TSE faz novos testes de segurança na urna eletrônica https://total.total40grausnoticias.com.br/tse-faz-novos-testes-de-seguranca-na-urna-eletronica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tse-faz-novos-testes-de-seguranca-na-urna-eletronica https://total.total40grausnoticias.com.br/tse-faz-novos-testes-de-seguranca-na-urna-eletronica/#respond Wed, 13 May 2026 17:11:00 +0000 https://total.total40grausnoticias.com.br/tse-faz-novos-testes-de-seguranca-na-urna-eletronica/ Especialistas em tecnologia da informação retornaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira (13) para fazer o teste de confirmação das propostas que sugeriram em dezembro para aprimorar a segurança da urna eletrônica. Até a próxima sexta-feira (15), os pesquisadores realizarão novos testes em busca de possíveis vulnerabilidades nos equipamentos. A primeira fase de testes […]

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Especialistas em tecnologia da informação retornaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira (13) para fazer o teste de confirmação das propostas que sugeriram em dezembro para aprimorar a segurança da urna eletrônica.

Até a próxima sexta-feira (15), os pesquisadores realizarão novos testes em busca de possíveis vulnerabilidades nos equipamentos.

A primeira fase de testes ocorreu entre os dias 1º e 5 de dezembro.

De acordo com o TSE, os especialistas não encontraram inconsistências relevantes e garantiram que a segurança do sistema de votação continua íntegra. Ainda assim, foram feitas diversas sugestões para aprimorar o sistema eletrônico de votação. Os investigadores agora vão validar se as propostas foram de fato implementadas pela Justiça Eleitoral. Uma das principais preocupações, por exemplo, é reforçar a integridade e o sigilo do voto.

O primeiro turno das eleições de 2026 será em 4 de outubro. O segundo turno está previsto para 25 de outubro.

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Sorteio comemorativo dos 30 anos da Mega-Sena será em 24 de maio https://total.total40grausnoticias.com.br/sorteio-comemorativo-dos-30-anos-da-mega-sena-sera-em-24-de-maio/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sorteio-comemorativo-dos-30-anos-da-mega-sena-sera-em-24-de-maio https://total.total40grausnoticias.com.br/sorteio-comemorativo-dos-30-anos-da-mega-sena-sera-em-24-de-maio/#respond Wed, 13 May 2026 16:24:00 +0000 https://total.total40grausnoticias.com.br/sorteio-comemorativo-dos-30-anos-da-mega-sena-sera-em-24-de-maio/ Todas as apostas realizadas na Mega-Sena passarão a ser exclusivas para o sorteio especial de 30 anos desta loteria a partir deste domingo (17). O prazo final para apostas individuais para este concurso especial (nº 3010) é até as 22h do dia 23 de maio, no horário de Brasília. Para quem preferir participar de bolões […]

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Todas as apostas realizadas na Mega-Sena passarão a ser exclusivas para o sorteio especial de 30 anos desta loteria a partir deste domingo (17). O prazo final para apostas individuais para este concurso especial (nº 3010) é até as 22h do dia 23 de maio, no horário de Brasília.

Para quem preferir participar de bolões da Mega-Sena 30 Anos, as cotas podem ser adquiridas até as 10h de 24 de maio, domingo, data do sorteio em comemoração aos 30 anos desta modalidade de loteria.

A Caixa Econômica Federal esclarece que todo sorteio especial de loterias tem um período de vendas exclusivas, como no caso da Mega-Sena 30 anos. Por este motivo, o calendário de apostas é reorganizado. “Não se trata de suspensão (das apostas)”, explicou a Caixa à Agência Brasil.

Como apostar

Os interessados não precisam aguardar até domingo para apostar na edição especial de 30 anos da Mega-Sena.

Os palpites já podem ser feitos nas lotéricas de todo o país; pelo site Loterias Caixa e aplicativo da Caixa, disponível para usuários das plataformas Android e iOS; e pelo internet Banking Caixa, canal exclusivo para correntistas do banco público.

O valor da aposta simples, com seis dezenas marcadas, é R$ 6.

Sorteio especial

A instituição esclarece que o concurso não acumula, se não houver ganhadores na faixa principal, como ocorre em outros sorteios especiais, a exemplo das edições da Mega da Virada, Dupla de Páscoa, Quina de São João e Lotofácil da Independência.

Caso ninguém acerte os seis números sorteados, o prêmio será redistribuído entre os acertadores da segunda faixa (acerto de cinco números). Se ainda assim não houver ganhadores, passa para a terceira faixa e assim sucessivamente, conforme as regras da modalidade.

Premiação garantida

Nesta quarta-feira (13), a Caixa estimou que o prêmio do sorteio especial poderá alcançar R$ 200 milhões.

Caso um apostador conquiste sozinho a Mega-Sena 30 anos e aplique integralmente o valor do prêmio na poupança, o rendimento no primeiro mês alcançaria o valor aproximadamente R$ 1,34 milhão, considerando os parâmetros atuais de rentabilidade deste investimento, calcula a instituição financeira.

Saiba mais no portal Loterias Caixa.

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Anvisa libera registro de remédios para tratar psoríase e asma https://total.total40grausnoticias.com.br/anvisa-libera-registro-de-remedios-para-tratar-psoriase-e-asma/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=anvisa-libera-registro-de-remedios-para-tratar-psoriase-e-asma https://total.total40grausnoticias.com.br/anvisa-libera-registro-de-remedios-para-tratar-psoriase-e-asma/#respond Wed, 13 May 2026 12:30:00 +0000 https://total.total40grausnoticias.com.br/anvisa-libera-registro-de-remedios-para-tratar-psoriase-e-asma/ UM Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda o registro de dois medicamentos: um para tratamento de doenças inflamatórias crônicas e autoimunes, e outro para asma e rinossinusite crônica com pólipos nasais grave. O primeiro medicamento indicado é Yesintek (Ustequinumabe), apresentado como solução injetável pronta para administração subcutânea e para infusão intravenosa. O […]

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UM Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda o registro de dois medicamentos: um para tratamento de doenças inflamatórias crônicas e autoimunes, e outro para asma e rinossinusite crônica com pólipos nasais grave.

O primeiro medicamento indicado é Yesintek (Ustequinumabe), apresentado como solução injetável pronta para administração subcutânea e para infusão intravenosa.

O remédio é indicado para tratar psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa. Segundo ao Anvisa, o produto foi avaliado pela via de desenvolvimento por comparabilidade, tendo sido comparado ao medicamento Stelara.

“Yesintek é biossimilar, ou seja, demonstra semelhança em termos de qualidade, segurança e eficácia em relação a um produto biológico de referência previamente registrado na Anvisa”, disse a agência reguladora.

A agência disse ainda que o medicamento aprovado é uma nova alternativa terapêutica para pacientes adultos e crianças acima de 6 anos com psoríase em placa de grau moderado a grave.

“O tratamento é direcionado especificamente para casos em que as terapias convencionais — como o uso de ciclosporina, metotrexato ou sessões de fototerapia (PUVA) — não apresentaram resultados satisfatórios, foram contraindicadas ou causaram intolerância.”

Ainda de acordo com a agência reguladora, no caso de pacientes adultos com artrite psoriásica ativa, o medicamento pode ser usado, de forma isolada ou em combinação com metotrexato, quando a resposta ao tratamento com drogas antirreumáticas modificadoras da doença (DMARD) foi inadequada. O Yesintek é indicado ainda para crianças com mais de 6 anos com a doença ativa.

No caso da doença de Crohn, o remédio é indicado para pacientes adultos com quadro ativo de moderado a grave, que tiveram resposta inadequada ou perda de resposta a outros tratamentos, além de pessoas intolerantes à terapia convencional ou ao anti-TNF-alfa (medicamentos imunobiológicos que bloqueiam uma proteína específica, reduzindo inflamações crônicas) ou que tenham contraindicações médicas para essas terapias.

Asma e rinossinusite crônica

Também nesta segunda-feira, a Anvisa publicou o registro de um novo medicamento para tratar asma e rinossinusite crônica com pólipos nasais grave, o Densurko® (depemoquimabe).

A medicação é apresentada como solução injetável 100 mg/mL, em seringa preenchida ou caneta aplicadora, prontas para uso e indicada como tratamento complementar da asma em pacientes adultos e pediátricos com idade igual ou acima de 12 anos com inflamação do tipo 2 (alérgica) caracterizada pelo excesso de eosinófilos (glóbulos brancos envolvidos na inflamação das vias aéreas) no sangue.

Segundo o órgão, estudos clínicos demonstraram redução significativa na taxa de exacerbações clinicamente quando comparado ao placebo, ambos associados ao tratamento padrão.

No caso da rinossinusite crônica com pólipos nasais, o medicamento é indicado somente para pacientes adultos nos quais a terapia convencional (com corticosteroides sistêmicos) e/ou cirurgia não proporciona controle adequado do quadro.

Nos dois casos, o tratamento indicado é de uma dose a cada seis meses.

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| 08:45 – 13/05/2026

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